Bom dia!

Chamo-me Patrícia e fui mãe há quase 4 meses de um menino. Começo por contar que tive uma gravidez muito complicada. A partir das 22 semanas que as minhas idas ao hospital tornaram-se uma rotina. Tinha muitas dores, aliás dores insuportáveis, que levaram a vários internamentos, e desde muito cedo passei a não conseguir fazer nada. Fora estes episódios de dor, tive outras complicações como a suspeita de pré-eclâmpsia (que nunca se verificou) e colestase (que me internou até ao nascimento do meu filho).
Uma eco às 37 semanas resultou na decisão de provocar o parto, porque o meu bebé não estava a crescer. Parto induzido... cesariana de urgência... um bebé mínimo (43 cms e 2.040 de puro amor). Não foi fácil, estava muito frágil e com as hormonas aos gritos. Chorava, não comia, não dormia e é óbvio que ainda tinha de tratar de um recém-nascido. Valeu-me o meu marido que não me deixou cair - e senti-me bem perto do abismo... Ele fazia tudo em casa, cuidava de mim, limpava as minhas lágrimas e cuidava do bebé para que eu conseguisse descansar entre mamadas.
A nossa rotina mudou a 100%. Ao fim de 12 anos de vida a dois tínhamos um ser que passou a ditar as rotinas cá em casa. Não foi, não é fácil mas temos sobrevivido enquanto casal.As tarefas continuam a ser divididas e ele está muito presente nas rotinas do bebé. O banho é sempre dado a dois, ele muda a fralda, muda a roupa...mas sobretudo mima-nos e trata o bebé com a maior ternura do mundo. Há momentos em que nos desentendemos, mas faz parte da vida de um casal. Uma coisa é certa... não tive uma depressão graças a ele, que me apoiou ao máximo em tudo, porque estive muito perto disso.

Patrícia


A dinâmica de casal muda para sempre com a chegada de um bebé. E os sentimentos também. O momento que esperámos durante 9 meses finalmente chegou e trouxe consigo a sensação de amar incondicionalmente um ser indefeso, frágil e vulnerável. Amar aquele ser, a nossa bebé, fez-nos reforçar ainda mais o amor que temos um pelo outro. Tenho tido muito apoio do meu marido e sinto que agora ele me valoriza mais como mulher e me respeita enquanto mãe. O que sinto por ele é uma gratidão imensa pela filha que fizemos e que, juntos, estamos a criar. Olho para ele todos os dias com um sorriso pelo pai fantástico e marido atencioso que tem sido e pela família que estamos a formar.

Helena Sampaio

Com dexpantenol. Para prevenção e tratamento do eritema da fralda e gretas do mamilo, pele seca, áspera ou gretada e cicatrização de lesões e irritações da pele. Contra-indicado no caso de sensibilidade a qualquer componente. Medicamento não sujeito a receita médica. Leia cuidadosamente o folheto informativo. Em caso de dúvida ou persistência dos sintomas, consulte o médico ou farmacêutico. L.PT.MKT.DC.12.2016.0113