Hoje em dia, existem muitas situações que obrigam várias mulheres a criar os seus filhos com o marido longe, em trabalho. Isto pode causar uma montanha-russa de emoções: entre as saudades e a preocupação, é difícil não haver um sentimento de ansiedade que controla o dia-a-dia. Se este for o seu caso, hoje deixamos algumas dicas para a ajudar a superar os piores momentos.

A família

Não se esqueça de todos os membros da família que a podem ajudar, tanto do seu lado como do lado do pai. Peça ajuda quando precisar e proporcione o convívio do seu bebé com os restantes familiares. Isto permite-lhe trocar o sentimento de ansiedade por momentos de descontração. Divirta-se com a família e verá que o tempo que falta para o seu companheiro voltar irá passar um pouco mais depressa.

O bebé

Nos primeiros meses, o bebé estará mais focado em descobrir como satisfazer as suas necessidades básicas e em conhecer a sua mãe. No entanto, com o passar do tempo, a criança sentirá necessidade de conhecer o pai. A melhor opção será aproveitar ao máximo as alturas em que o pai está presente, tal como toda a comunicação em vídeo e voz que possa ser feita.

O pai

As saudades e o sentimento de solidão são especialmente fortes quando estamos fora de casa. Sendo pai, este sentimento é pior uma vez que está num lugar distante, sem a sua família. Felizmente, estamos na época digital onde é possível comunicar facilmente para qualquer ponto do mundo. Se o pai ainda não conhece o filho, envie fotos e vídeos todos os dias para que ele se sinta mais perto e saiba todas as novidades. Sempre que puder, faça chamadas de vídeo e mantenha o contacto entre os dois. Assim, quando o pai voltar a casa, não se sentirá perdido e sentirá que esteve sempre “presente”.

A mãe

Crie memórias, mantenha a comunicação com o seu companheiro e esteja preparada para qualquer imprevisto que possa ocorrer. Lembre-se que os momentos de aflição não acontecem apenas quando a família está reunida e que poderá precisar de alguma assistência nestas alturas. Para estas emergências, tenha uma cópia dos documentos do pai sempre à mão e mantenha o contacto de alguém próximo que a possa ajudar sempre que necessite de algum apoio na ausência do seu companheiro.

Lembre-se que, nos piores momentos, é natural haver o sentimento de solidão. A Graça, leitora do Décimo Mês, mãe de duas filhas e casada com um engenheiro de máquinas, diz que a pior sensação que teve quando o seu marido estava no estrangeiro foi a de estar “sozinha e sem apoio nas dificuldades”.

Saiba também que vai haver muitas descobertas com o passar do tempo. A Susana, mãe de um filho, casada com um motorista de pesados e leitora do Décimo Mês, contou-nos que uma das piores situações que experienciou quando o seu marido estava no norte do país foi descobrir que o seu filho é intolerante à lactose. Depois de desfalecer nos seus braços, o filho dela foi internado no hospital por comer um iogurte. A Susana afirma que, enquanto estava no hospital, sentia “um vazio muito grande”, que “precisava muito de apoio e não sabia como gerir isto tudo”.

Tal como aconteceu com a Susana, é natural haver momentos em que se pergunte se o trabalho do seu marido é mais importante do que ele estar junto da família. Vai, de certeza, sentir que tudo o que precisa é o seu companheiro ao seu lado para a apoiar. Mas não se deixe ir abaixo e siga os conselhos destas duas mães:

“Não desistam nunca. Desde que tenham coragem e força para continuar, conseguem ultrapassar tudo, mesmo a ausência do companheiro.”
Graça

“Pensar sempre positivo, pensar nos momentos bons, tentar manter a calma e saber que isto nos faz ser mais fortes.”
Susana

Com dexpantenol. Para prevenção e tratamento do eritema da fralda e gretas do mamilo, pele seca, áspera ou gretada e cicatrização de lesões e irritações da pele. Contra-indicado no caso de sensibilidade a qualquer componente. Medicamento não sujeito a receita médica. Leia cuidadosamente o folheto informativo. Em caso de dúvida ou persistência dos sintomas, consulte o médico ou farmacêutico. L.PT.MKT.DC.12.2016.0113