Acontece que nem todos os pais olham para o seu bebé como se ele fosse o mais bonito do mundo. E depois? Isso não tem de ser segredo ou vergonha para ninguém. Se se sente assim, faça uma breve pesquisa online e veja que não é a primeira, nem a segunda… nem a centésima. Há milhões de mães que a percebem e que sentiram exatamente o mesmo depois do parto.

Sejamos honestos: depois de nove meses num espaço escuro, apertado e cheio de líquido amniótico - e de ser arrancado do único lugar confortável que conheceu na vida - é muito provável que o bebé ainda esteja vermelho, inchado, enrugado e com algumas deformações. A verdade é que nem todos os recém-nascidos são bonitos e isso acontece por razões muito óbvias.

Por isto, importa ter presente que é normal sentir-se assim.

Se por um lado surge a desilusão da criança não ter o aspeto que idealizou durante a gestação, por outro, estranha-se também o facto de esta ainda não se parecer com nenhum dos progenitores. Reconhecer isto é uma questão de honestidade e, também, de paciência. Afinal, as feições são um dos temas mais recorrentes nas conversas entre mães, e facto é que estas se desenvolvem à medida que as crianças vão crescendo, fazendo jus àquilo que é a sua herança genética.

Apesar de tudo, é ciência. E há estudos que o comprovam. Na Brock University, no Canadá, uma equipa de investigadores dedicou-se recentemente a estudar a aparência dos bebés. Das principais conclusões, destaca-se o facto de nós, adultos, considerarmos os bebés mais bonitos a partir dos seis meses de idade.

Temos tendência para pensar que, quanto mais novas forem as crianças, mais ‘fofinhas’ as vamos achar, mas, como comprovam os académicos, a regra não é linear. Por isso, poupe-se ao julgamento e deixe que o tempo atue tal como mandam as regras da natureza.

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